O Aprendizado de Natação no Clube Curitibano segue metodologia para estimular o desenvolvimento psicomotor, cognitivo e afetivo. Dessa forma proporcionamos segurança e tranquilidade na água,

Entenda como funcionam os níveis no aprendizado de natação do Clube Curitibano

O Aprendizado de Natação no Clube Curitibano segue metodologia para estimular o desenvolvimento psicomotor, cognitivo e afetivo. Dessa forma proporcionamos segurança e tranquilidade na água, desenvolvendo a psicomotricidade e estimulando total adaptação e consciência ao meio líquido. Confira abaixo a evolução dos nossos alunos.

BEBÊS

CONCHINHA
Ludicidade, adaptação e ambientação.

Propiciar ao aluno vivências de sociabilização, ambientação com o meio aquático, adaptação às cavidades da cabeça, bloqueio respiratório, flutuação com auxílio, giros a partir do decúbito dorsal e ventral além de habilidades de equilíbrio com auxílio (deslocamento em plataformas, tapetes…) e habilidades de manipulação como agarrar, lançar e pegar, através de brinquedos cantados em um ambiente seguro através da aproximação com o adulto responsável pela criança.

PEIXINHO
Ludicidade  e independência.

Manter todas as vivências de sociabilização, ambientação e adaptação trabalhadas no Conchinha, exigindo mais da habilidade de sustentação, portanto flutuação e mudança de decúbito, respiração e saltos, além de movimentação livre com auxílio de materiais, movimentação de pernas e braços sem a caracterização de nado, ainda dentro de um ambiente seguro e confiável através do adulto responsável que deve se manter mais como apoio. Utiliza-se ainda muito brinquedo cantado.

ADAPTAÇÃO

ESTRELINHA DO MAR
Ludicidade, adaptação e independência.

Para os alunos que não passaram pelos níveis Conchinha e Peixinho, retomar os objetivos de adaptação ao meio líquido através da ludicidade, utilizando da ajuda de materiais para aceitação da água no rosto, buscando a imersão da cabeça. Deve ser capaz de buscar  materiais no fundo da piscina, realizar caminhadas buscando equilíbrio, além de respirar através de “bolinhas”. Trabalho de flutuação ventral e dorsal com e sem auxílio, além de propulsão da pernada decúbito ventral com  auxílio, mantendo apenas o deslocamento, sem caracterizar movimento de pernas no Crawl. Trabalho de braços e pernas simultaneamente. Propiciar um ambiente de sociabilização com os colegas e professores buscando autonomia para entrada na piscina através de sentar sozinho na borda. Do ponto de vista de sobrevivência conseguir segurar na borda com autonomia, sustentando-se com auxílio de material alternando a posição do corpo de ventral para dorsal e de dorsal para ventral de forma dinâmica e sem auxílio.

SIRI
Objetivo: Ludicidade e adaptação dos movimentos rudimentares de Crawl e Costas, introdução a ondulação e pernada de peito.

O aluno deverá ser capaz de entrar no ambiente da piscina sentado na borda e através de salto em pé. A respiração deverá ser trabalhada através de bloqueio e respirações contínuas, inspirando pela boca e expirando pelo nariz e boca. Será capaz de saltar e retornar a borda através de deslocamento livre, com movimentos que apresentem mudança de direção, também deve recuperar objetos no fundo da piscina através de mergulho vertical (imersão total). A flutuação deverá ser ventral e dorsal sem auxílio de material e temporária (sugestão de 5 segundos). Realiza deslize em decúbito ventral e dorsal. Executa movimentos alternados de braços e pernas isoladamente além do movimento ondulatório e pernada do nado Peito (também rudimentar e de forma circular),  com e sem auxílio do professor e material.

LAGOSTA
Aprimoramento dos movimentos rudimentares de Crawl, Costas, Peito e ondulação. Brincadeiras somente em ocasiões comemorativas ou especiais.

O aluno deverá ser capaz de se sustentar e deslocar na água mantendo a cabeça fora (nado Jacaré), além de alternar a direção do movimento, pois nessa fase é importante a busca pela independência. Nessa fase o aluno deverá realizar a propulsão da pernada de Crawl e Costas com e sem auxílio de material, de forma simultânea  e rudimentar, para o Crawl deve-se executar a respiração frontal e iniciar trabalho de respiração e pernada lateral, além de incentivar o nado em apneia.  A pernada do nado Peito deve estar mais refinada, além da inclusão da braçada do Peito no aprendizado. Após adquirir a sustentação e deslocamento na pernada Borboleta inicia-se o trabalho da braçada rudimentar do nado.   Elementos básicos de domínio do corpo na água devem ser incentivados como a bananeira e cambalhota. A movimentação do aluno também deverá ser através do mergulho utilizando-se da saída submersa.

APRENDIZAGEM I

DOURADO
Aprimoramento dos nados Nado Crawl, Costas, Peito e Borboleta. Brincadeiras somente em ocasiões comemorativas ou especiais.

O movimento de pernada Crawl e Costas deve partir do quadril, buscando manter os pés relaxados  e estendidos além de próximos da superfície da água. A execução deverá ser com e sem o auxílio de material, caracterizando a independência para a execução desses movimentos e prática do Crawl R3.  O aluno deverá ser apresentado ao deslize submerso. Inicia-se o trabalho de coordenação do nado  Crawl junto à respiração lateral e também à coordenação do nado Costas, dando sempre continuidade ao movimento. Nessa fase a pernada de Peito deverá ser trabalhada visando  os pés voltados para fora e joelhos abaixo do quadril. A braçada do nado Peito deverá ser trabalhada respeitando o limite à altura do peito. A pernada do nado Borboleta deverá ter autonomia para ser realizada na superfície e no mergulho, partindo o movimento da linha do quadril e limitando a ação dos joelhos. Trabalho adaptado para a sequência do Medley.

GOLFINHO:
Ludicidade apenas no final da aula e aprimoramento dos movimentos e coordenação  visando transição para o Nível Arraia.

Nessa fase os alunos deverão ter o domínio da respiração bilateral do Crawl e nado Costas com apoio atrás da cabeça. No nado Peito a respiração deve estar coordenada com a braçada. No nado Borboleta sem a exigência da coordenação o aluno deverá ser capaz de realizar a braçada unilateral com respiração frontal na proporção de duas pernadas para uma braçada e a braçada completa de forma mais rudimentar. A cambalhota deve ser executada sem auxílio do professor ou material, como um pré-requisito para a virada olímpica.  Durante essa fase o aluno deverá realizar a  sequência medley. Buscando nessa fase aumentar a capacidade cardiorrespiratória através de volume sob a forma de desafios.

APRENDIZAGEM II

ARRAIA
Transição da saída dos níveis de da Adaptação e Aprendizagem I. Voltado para a busca da qualidade técnica, diminuindo o lúdico na aula e introduzindo a Escala de Borg para trabalho de percepção de Esforço, para volume e intensidade.

O aluno deverá ser capaz de nadar com saída baixa e submerso nos 25m de nado Crawl com respiração bilateral. O nado Costas deve ser executado com apoio atrás da cabeça por 25m. O nado Peito deverá respeitar a fase de deslize e se manter por 25m. O nado Borboleta deve ter autonomia para 12,5m buscando a coordenação do nado, com a saída submersa.  As viradas olímpicas devem ser executadas, assim como as viradas de Peito e Borboleta. Inicia-se o trabalho para saídas do bloco. O nado Medley deverá ser trabalhado buscando a forma individual. Aplicar teste dos 30’ no primeiro semestre – março (pré-teste) e segundo semestre outubro (pós-teste).

APRENDIZAGEM III

MARLIM
Mais técnico e preparatório para seleção natural da Equipe Mirim. O trabalho de condicionamento será todo voltado em cima da Escala de Borg através da percepção do Esforço.

Os nados devem apresentar autonomia mínima de 50m (exceto o Borboleta – 25m),Crawl e Costas com saídas de bloco e no Peito iniciação à Filipina. As saídas e viradas buscam uma técnica mais refinada. Todos os estilos devem ter apoio, finalização de braçada além da coordenação ideal para a fase. O Medley deve ser trabalhado com as viradas e também sob a forma de revezamento. Além do volume nessa fase, o aluno deverá ser capaz de executar pequenos desafios de intensidade (tiros curtos e séries intervaladas). Aplicar teste dos 12’ no primeiro semestre – março (pré-teste) e segundo semestre outubro (pós-teste).

APERFEIÇOAMENTO

TUBARÃO
Caráter Técnico, buscando aperfeiçoar os quatro estilos. Independente se a criança busca ou não as Equipes.  O trabalho de condicionamento será todo voltado para a Escala de Borg através da percepção do Esforço.

Todos os estilos devem partir do bloco de saída, realizando as fases submersas. O aluno deve estar apto para nadar acima de 100m (exceto o Borboleta) com viradas, incluindo o Medley. O nado deve buscar consistência, velocidade após a retomada da saída ou virada. Nessa  fase o aluno deverá estar apto nadar com resistência sem perder a qualidade técnica, também deverá executar  séries de volume e intensidade, além de séries intervaladas. Aplicar teste dos 15’ no primeiro semestre – março (pré-teste) e segundo semestre outubro (pós-teste).Além das tomadas de tempo para 25m de cada Nado.

JUVENIL E ADULTO
Varia conforme a condição de entrada do aluno na turma. A Escala de Borg deverá ser presente nos níveis Intermediário e avançado.

INICIANTE: Adaptação ao meio líquido através da vivência das propriedades aquáticas como densidade, liquidez, resistência, empuxo, temperatura…, o aluno será apresentado aos fundamentos básicos da natação como mergulho, deslize, salto, flutuação, respiração… além dos movimentos elementares dos quatro estilos.

INTERMEDIÁRIO: O aluno já adaptado ao meio líquido terá como base o aprimoramento dos quatro estilos através da técnica e trabalho de condicionamento básico. Nessa fase será também apresentado as saídas e viradas além dos educativos buscando resistência e velocidade.

AVANÇADO: Após a fase intermediária o aluno inicia a fase de aprimoramento técnico, melhorando seu condicionamento cardiovascular, capaz de executar tarefas mais longas ou explosivas. Sempre apoiado em tarefas que busquem o aprimoramento técnico dos nados.

Para alunos aptos (intermediários e avançados), aplica-se o teste dos 30’ no primeiro semestre – março (pré-teste) e segundo semestre outubro (pós-teste).

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